Grêmio encara o Riestra para afastar chance de playoff na Sul-Americana.

O jogo contra o Deportivo Riestra, às 19h desta terça-feira, é fundamental para o futuro do Grêmio na Sul-Americana. Vitória na Argentina faz o time de Luís Castro dormir na liderança do Grupo F e depender apenas de si para consolidar o primeiro lugar. Derrota, por outro lado, deixa a sorte tricolor nas mãos dos adversários.

O Grêmio é o segundo colocado, com quatro pontos, assim como o Riestra, na terceira posição por critério de desempate. O time gaúcho venceu os argentinos no primeiro turno e, por isso, tem vantagem neste momento.

Mesmo que os uruguaios vençam o seu confronto, o Tricolor ainda dependeria das próprias forças para terminar a primeira fase no topo da tabela. As duas equipes se enfrentam na Arena na última rodada, dia 26, às 19h.

Conquistar a vitória seria um marco para o trabalho de Luís Castro. O time não vence fora de casa há 13 partidas (desde 21 de janeiro). É o maior jejum como visitante dos últimos anos, assim como ocorreu em 2009.

No cenário do empate nesta terça, Grêmio e Riestra seguiriam igualados, com os gaúchos à frente, mas com chance de embolar mais o grupo em caso de vitória do Palestino. Os chilenos têm dois pontos e também chegariam a cinco.

Classificar-se em segundo lugar no grupo significa acrescentar dois jogos de playoffs no apertado calendário. Por isso, o jogo desta terça cresce em importância. O Grêmio pode encaminhar ou comprometer a vaga direta às oitavas da Sul-Americana.
O histórico recente não traz boas lembranças ao torcedor gremista. Na edição passada do torneio, o Tricolor ficou em segundo lugar, atrás do Godoy Cruz, da Argentina, em grupo que também tinha Atlético Grau, do Peru, e Sportivo Luqueño, do Paraguai.

Nos playoffs, o Grêmio foi eliminado para o Alianza Lima, que vinha da Libertadores. Após perder por 2 a 0 fora de casa na ida, o time gaúcho empatou em 1 a 1 diante de 46.237 torcedores na Arena, o então segundo segundo maior público do ano no estádio.

A presença de público, na ocasião, foi incentivada pela compra da gestão do estádio e promoção de ingressos promovida pelo empresário e torcedor Marcelo Marques, ocorrida 12 dias antes.
Dez jogadores da delegação que viajou à Argentina estavam naquela eliminação: Gustavo Martins, Wagner Leonardo, Kannemann, Dodi, Riquelme, Braithwaite, Gabriel Grando, André Henrique, Amuzu e Pavon. Noriega também esteve em campo, mas defendia o Alianza Lima.