Estado registra casos de dengue contraída em território gaúcho em 2020

O Rio Grande do Sul registrou os primeiros casos autóctones de dengue em 2020, o que significa que a doença foi contraída dentro do Estado. O boletim epidemiológico mais recente), aponta oito registros autóctones.

Os casos foram confirmados em Novo Hamburgo (2), Porto Alegre, Capão da Canoa, Cruz Alta, Ijuí,  Rio Grande e Santo Ângelo. Os dados foram contabilizados até o dia 19 de fevereiro.

Somando o total de casos — autóctones e importados — neste ano, o número de diagnósticos positivos subiu de cinco (até o dia 1º) para 20 (veja a lista de cidades abaixo). Outros 99 foram descartados e 198 seguem em investigação.

Na comparação com o ano passado, o número de confirmações é menor. No mesmo período de 2019, o Estado já chegava a 36 casos de dengue.

O relatório do Centro Estadual de Vigilância em Saúde também aponta um aumento expressivo no número de municípios considerados infestados pelo mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença. Das 497 cidades, 377 estão nesta situação em 2020 — eram 62 em 2010.

O Rio Grande do Sul fechou o ano de 2019 com 1.338 casos de dengue, sendo 1.180 autóctones, o que equivale a 88%. Este foi o maior número desde 2016, quando 2.434 foram confirmados, com 2.158 contraídos nos municípios do Estado.

Sintomas

Os sintomas da dengue incluem febre alta, dor no corpo, dor articular, dor de cabeça e dor atrás dos olhos, além de manchas pelo corpo em alguns casos. O método mais eficaz para evitar a contaminação é impedir a circulação do mosquito Aedes Aegypti, que tem pico de proliferação no verão.

O mosquito deposita seus ovos em focos de água parada. Para evitar a sua reprodução, é importante manter piscinas tratadas o ano inteiro, guardar garrafas vazias viradas para baixo e guardar pneus sob abrigos, entre outras medidas que evitem o acúmulo de água.

 

 

fonte Gaúcha/ZH

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