Chuva segue abaixo da média no inverno gaúcho
Em atualização em 10 de junho de 2021, a Agência de Meteorologia e Oceanografia Norte Americana (NOAA) indicou que o Oceano Pacífico está sob neutralidade, sem resfriamento ou aquecimento suficiente para que exista presença dos fenômenos La Niña ou El Niño, respectivamente. Este cenário deverá prosseguir até o início da próxima primavera.
O inverno 2021 será menos chuvoso que o normal no Sul, no Norte e Leste do Rio Grande do Sul, de acordo com a simulação probabilística da Universidade de Colúmbia (IRI). Apenas áreas do Oeste e Sul do Rio Grande do Sul devem receber precipitação próxima da média histórica.
Mesmo com a chuva abaixo da média, a precipitação será frequente e seguirá uma crescente com o passar da estação. Ela não será suficiente para garantir geração elevada e contínua de energia elétrica, mas ajudará no desenvolvimento das culturas de inverno.
Em julho, embora exista previsão de chuva sobre os três estados do Sul, o acumulado será baixo na maior parte dos municípios. Agosto será mais chuvoso que julho. O acumulado passa dos 100 milímetros no Rio Grande do Sul, no Centro e Leste de Santa Catarina e no Sul e Leste do Paraná. No Oeste do Rio Grande do Sul, estimam-se mais de 200mm. Setembro será o mês mais chuvoso dos três, com acumulado em torno dos 200mm no Rio Grande do Sul, Centro e Leste de Santa Catarina e Sul e Leste do Paraná.
Para a primavera, a simulação IRI indica precipitação entre a média e abaixo da média e temperatura acima do normal no interior do Paraná e de Santa Catarina e no Norte, Oeste e Sul do Rio Grande do Sul, indicando que as precipitações serão irregulares em parte da estação, permitindo períodos ensolarados e, por consequência, quentes, sobretudo no Paraná.
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