1,3 milhão de empresas foram abertas no primeiro quadrimestre de 2022 no Brasil

Nos quatro primeiros meses de 2022, 1.350.127 empresas foram abertas no Brasil, número 11,5% maior do que no último quadrimestre de 2021 e 3,2% menor do que no primeiro de 2021. Dessas, a maioria foi aberta na modalidade individual, 1.114.826. No mesmo período, 541.884 empresas foram fechadas, o que representa um aumento de 11,5% em relação aos últimos quatro meses de 2021 e aumento de 23% em relação aos quatro primeiros do ano passado.

Em relação ao tempo de abertura para abrir uma empresa, país apresentou melhor resultado desde o início da série histórica, quando tempo médio era de 5 dias e 9 horas. Em média, demorou 1 dia e 16 horas, 48,1% mais rápido se comparado ao mesmo período de 2021 e 16,7% mais rápido do que em relação ao último quadrimestre do ano passado.

No total, existem 19,3 milhões de empresas no país, dais quais 48,9% estão no setor de serviços, 32,6% no comércio, 9,3% na indústria, 7,9% na construção civil, 0,7% na agropecuária, 0,1% na extração mineral e 0,5% em outras atividades. Entre as novas empresas a porcentagem permanece similar, já que 83,2% delas estão no serviço ou comércio.

O Ministério da Economia realizou, nesta segunda-feira, uma coletiva para divulgar o Boletim do Mapa de Empresas. Participaram o secretário de Desenvolvimento da Infraestrutura da Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, Alexandre Ywata e o diretor do Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração da Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, André Luiz Santa Cruz.

André Luiz diz que o aumento no número de MEI´s não tem relação com eventual dificuldade das pessoas em conseguirem empregos formais, já que, para ele “não há dificuldade em criar empregos, porque o nível de emprego também tem numeros positivos. O crescimento do MEI é resultado positivo da política de melhoria do ambiente de negócios. Quanto mais melhora, mais as pessoas se sentem incentivadas a empreender”. E conclui: “o Brasil não é mais um país hostil a quem quer empreender”.

 

 

 

fonte Correio do Povo

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