Percepção individual de risco deve determinar uso de máscara ou não

O fim da exigência de máscaras em locais abertos e fechados em diversas cidades e estados brasileiros nos últimos dias fez com que a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) emitisse uma nota com orientações para a população. A entidade recomenda que os seguintes grupos devem manter neste momento o uso da proteção facial em todos os locais, independentemente das regras em vigor.

Por esta razão, as orientações da SBI apontam ainda locais em que considera importante a manutenção das máscaras por todas as pessoas. São eles:

• Espaços fechados com aglomeração frequente (transporte público, agências bancárias, lotéricas e repartições públicas em horários de pico e instituições de ensino)
• Locais abertos quando houver aglomeração (pontos de ônibus, filas de atendimento de serviços públicos ou privados e ruas que funcionam como corredores comerciais)
• Serviços de saúde (hospitais, unidades de saúde e clínicas)

Qual máscara usar?

Qualquer pessoa que deseje continuar usando máscaras deve considerar que a melhor proteção é oferecida pelos modelos PFF2 ou N95. Embora sejam mais caras, elas podem ser reutilizadas – basta ter uma para cada dia da semana e deixá-las no varal após o uso (sem lavar).

A segunda opção são as máscaras cirúrgicas de três camadas ou a KN95. A primeira, todavia, tem menor vedação nas laterais, motivo pelo qual o CDC (agência de saúde dos Estados Unidos) recomenda o uso de uma máscara de tecido por cima.

As máscaras de tecido continuam sendo aliadas na proteção, mas desde que tenham duas ou três camadas e sejam higienizadas sempre após o uso.

 

 

fonte R7

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