Abastecimento de água em Santa Maria, será monitorado após surto de toxoplasmose

A análise de forma individualizada das barragens de Santa Maria, após recomendação do Ministério da Saúde no final de julho,  começou nesta segunda-feira (1º). As amostras já foram enviadas para avaliação, conforme informou o superintendente regional da Corsan, José Epstein.

As coletas são para monitoramento dos protozoários Giardia, Cryptosporidium e Toxoplasma gondii pelo período de um ano. No caso da barragem do DNOS e da água de recirculação da retrolavagem dos filtros na Estação de Tratamento de Água (ETA), a análise deve ser feita a cada 15 dias. Já na barragem Saturnino de Brito, o monitoramento ocorrerá mensalmente.

O teste que detecta ou não a presença do protozoário causador da toxoplasmose não era, até então, responsabilidade da companhia de saneamento. Dessa forma, após a determinação, a Corsan precisou fazer um convênio com o laboratório da Universidade Estadual de Londrina (UEL), no Paraná, para realização desse exame. A companhia faz a coleta e encaminha ao laboratório que verificará ou não a existência do protozoário causador da toxoplasmose na amostra de água.

A Corsan fará, no dia 15 deste mês, um novo monitoramento na barragem do DNOS e na Estação de Tratamento de Água, conforme determina o documento emitido pelo Ministério da Saúde. Após o envio das amostras ao laboratório, a previsão da companhia é que os resultados cheguem em até duas semanas.

As alterações proposta pela União em relatório,  foram feitas após visita técnica de representantes do Programa Nacional de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Vigiagua), em julho, a Santa Maria. No documento, consta que o objetivo é apresentar “de forma consolidada as fragilidades identificadas no abastecimento de água do município”.

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