Também a vacinação contra febre aftosa é prorrogada até 15 de junho

A primeira etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa foi prorrogada em todo o Estado até o dia 15 de junho. A medida se deve aos desdobramentos da greve dos caminhoneiros De acordo com o supervisor regional da Secretaria Estadual de Agricultura , Ernani Brunelli Alves, a paralisação afetou parte do abastecimento das vacinas nas agropecuárias.

Em todo o Estado, o objetivo é imunizar 13,7 milhões animais, entre bovinos e bubalinos de até dois anos. Após a aplicação da dose, todos os produtores deverão comprovar a vacinação a partir da apresentação da nota fiscal de compra e declaração da quantidade de animais vacinados, por categoria, nas Inspetorias de Defesa Agropecuária.

Também foi prorrogado, até 15 de junho, o prazo para os produtores fazerem a declaração anual do número de animais na propriedade. Quem não o fizer será autuado e poderá ter sua propriedade rural interditada.

A febre aftosa é uma infecção viral que causa febre e aftas, geralmente na boca e nos pés de animais. O vírus se espalha rapidamente pelo gado, caso os produtores não tomem medidas de controle e erradicação assim que detectarem o problema. O Rio Grande do Sul hoje é considerado zona livre de febre aftosa, com vacinação. O último caso da doença no Estado foi registrado em 2001.

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