Reforma da Ponte do Fandango deve começar na próxima semana. Tráfego será interrompido por três meses

Começa na próxima semana a obra de reforma da Ponte do Fandango. A informação foi da pelo supervisor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) da região de Santa Maria, o engenheiro João Carlos Tonetto, em reunião com o prefeito Sergio Ghignatti. Também participaram o superintendente substituto do Dnit, Delmar Pellegrin, juntamente com Cléber Meira, representante da Trena Construtora e Roman Garber, da empresa Thor, de Cachoeira do Sul.

No encontro também estiveram presentes a promotora Débora Becker e o promotor Alexandre Schneider, do Ministério Público Federal, juntamente com o presidente da Câmara de Vereadores Igor Noronha e secretários municipais.

 

A obra tem um cronograma de 10 meses e deve custar cerca de R$ 10 milhões. Um dos pontos fundamentais do encontro foi tratar a forma de travessia do Rio Jacuí nos meses de junho, julho e agosto, quando a interrupção do trânsito será total. “Nos primeiros quatro meses de obra haverá o sistema de semáforo, com carros indo e vindo, passando um grupo por vez. No entanto, nos três meses seguintes é necessário interromper o trânsito, pois é quando será retirado o tablado metálico que será substituído por concreto armado. Neste período é impossível passar qualquer veículo”, explicou o engenheiro. Nos três meses restantes de obra, retorna o sistema de passagem com semáforo. Com a obra de recuperação da Ponte do Fandango, ela terá aumento em sua capacidade de 25 toneladas para 45 toneladas.

 

O Dnit trabalha agora para buscar alternativas que permitam ao menos a travessia de pedestres e veículos leves. Ficou definido que o órgão conjunto com a Prefeitura quer buscar informações sobre os acessos e a disponibilidade de balsas, bem como os órgãos responsáveis pela sua fiscalização.

O Ministério Público colocou em debate as formas de acesso da população dos distritos à área urbana, bem como os estudantes, sugerindo uma ponte provisória sobre o Rio Jacuí, como a já construída como amostragem pelo Exército. Um encontro com o Dnit e o Exército já está agendado . Para os veículos pesados, as alternativas sugeridos para os desvios foram Rio Pardo, Santa Maria ou Santa Cruz do Sul.

Pellegrini explicou que, durante os três meses, será colocada uma passarela com uma estrutura metálica para travessia de pedestres. No entanto, Ghignatti salientou que esta alternativa deverá ser analisada com extremo cuidado, tendo em vista a segurança da população.

 

 

O que será feito na Ponte do Fandango

– Aumento da capacidade de 25 toneladas para 45 toneladas

– Construção do passeio lateral para pedestres

– Troca de tablado metálico por concreto armando

– Troca de rebites por parafusos

– Nova iluminação

Fonte: DNIT

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