Taxa de desocupação no Estado chega a 7,5% no trimestre, aponta IBGE

A taxa de desocupação do país no 1° trimestre de 2022 foi de 11,1%, um indicador estável em relação ao 4º trimestre de 2021 (11,1%) e 3,8 pontos percentuais menor frente ao mesmo trimestre de 2021 (14,9%). No Rio Grande do Sul, essa taxa foi de 7,5% no mesmo período e o percentual de empregados com carteira assinada é uma das maiores do Brasil, com 81%, perdendo para Santa Catarina (88,2%) e São Paulo (82,4%).

Frente o trimestre anterior, a taxa de desocupação ficou estável em 26 Unidades da Federação. A única queda foi no Amapá (-3,3 pontos percentuais. As maiores taxas de desocupação foram as da Bahia (17,6%), de Pernambuco (17,0%) e Rio de Janeiro (14,9%) e as menores, de Santa Catarina (4,5%), Mato Grosso (5,3%) e Mato Grosso do Sul (6,5%).

A taxa de desocupação por sexo foi de 9,1% para os homens e 13,7% para as mulheres no 1° trimestre de 2022. Já a taxa de desocupação por cor ou raça ficou abaixo da média nacional para os brancos (8,9%) e acima para os pretos (13,3%) e pardos (12,9%).

A taxa de desocupação para as pessoas com ensino médio incompleto (18,3%) foi maior que as taxas dos demais níveis de instrução. Para as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi 11,9%, mais que o dobro da verificada para o nível superior completo (5,6%).

No 1° trimestre de 2022, a taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação à força de trabalho ampliada) foi de 23,2%. O número de desalentados no 1° trimestre de 2022 foi de 4,6 milhões de pessoas. O percentual de desalentados (frente à população na força de trabalho ou desalentada) no 1º tri de 2022 foi de 4,1%.

O percentual da população ocupada do país trabalhando por conta própria foi de 26,5%. A taxa de informalidade para o Brasil foi de 40,1% da população ocupada. O rendimento médio real mensal habitual foi estimado em R$ 2.548, um aumento de 1,5% em relação ao 4º trimestre de 2021 (R$ 2.510) e uma redução de 8,7% frente ao 1º trimestre de 2021 (R$ 2.789).

 

 

 

 

fonte Blog do Almir Freitas

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