Durante a primeira metade de 2026, o Grupo PróVida alcançou uma expansão financeira de 92% em relação ao intervalo correspondente ao ano anterior. O desempenho vem acompanhado de outros indicadores que mostram a evolução da operação: o volume de cancelamentos caiu 55%, enquanto as policlínicas do grupo registraram mais de 129 mil atendimentos entre consultas e exames nos primeiros seis meses do ano.
Na visão de Rafael Leonel, CCO do Grupo PróVida, os resultados validam o posicionamento estratégico da organização e reforçam uma trajetória de resiliência e superação.“Batemos mais uma vez uma meta de crescimento histórico na PróVida e atingimos um marco em volume de atendimentos, devolvendo aos nossos clientes um atendimento de alta qualidade como eles merecem”, destaca.
Além do avanço comercial, a operação também ampliou o acesso a serviços de saúde. No período, foram realizados mais de 129 mil atendimentos em consultas e exames nas policlínicas do grupo. O PA Virtual PróVida também ultrapassou a marca de 600 atendimentos por telemedicina, ampliando as possibilidades de acesso aos serviços de saúde.
Outro indicador está relacionado ao benefício medicamento. Foram 497 compras, que movimentaram mais de R$ 30 mil em benefícios destinados à população. A iniciativa integra a estratégia de ampliar o acesso aos serviços oferecidos pelo grupo e gerar retorno direto aos clientes.
Identidade do grupo
O desenvolvimento de gestores ocupa espaço na estratégia da empresa. Em maio, o Grupo PróVida lançou a Academia de Líderes PróVida (PDL), programa com sete encontros presenciais de Junho a Dezembro, voltado à formação de lideranças, com foco no fortalecimento da cultura corporativa e no alinhamento das equipes.
Na Regional Centro/Norte, Nader Kawar aponta a união dos profissionais como um dos fatores que sustentaram o desempenho. “Em um semestre difícil, nossa equipe se uniu para compartilhar estratégias e crescer em conjunto como time”, afirma.
A proposta amplia a uniformidade na gestão e no atendimento das unidades e regionais, sem desconsiderar as particularidades de cada operação. Além dos profissionais que já ocupam posições de liderança, o programa abriu cinco vagas a colaboradores indicados pelos próprios gestores, selecionados pelo potencial de desenvolvimento.
A iniciativa também reforça a percepção de que o crescimento depende da participação das diferentes áreas da companhia. Na Regional Centro Sul, a gerente regional Lucinara Ramos resumiu essa construção: “Nosso resultado é mérito de todos”.
Os primeiros efeitos do programa já aparecem na trajetória dos participantes. Duas colaboradoras indicadas ao PDL foram promovidas desde o início da iniciativa, resultado que, na avaliação da empresa, reforça a proposta de formar novas lideranças a partir de talentos identificados dentro da própria organização.
Mensalmente, os gestores se reúnem em Cachoeira do Sul em uma jornada de imersão dedicada ao desenvolvimento. A programação inclui um dia inteiro afastado da rotina operacional, com foco exclusivo na formação. A trilha está organizada em sete módulos, com conteúdos relacionados à identidade e autoridade da liderança, autoconhecimento, tomada de decisão sob pressão, comunicação, feedback, engajamento de equipes e cultura de resultados.
Para Jéssica Bueno, gerente da Unidade de Pelotas, esse processo também envolve aprendizado e capacidade de adaptação. “É um aprendizado constante, a gente erra, acerta, corrige a rota. É um passo de cada vez para construir a nossa marca”.
A proposta do PDL parte de uma compreensão mais ampla do papel dos gestores dentro da companhia. “Liderança não é sobre cargo, é sobre impacto. Investir no desenvolvimento dos nossos colaboradores é garantir a sustentabilidade e a excelência do Grupo PróVida”, resume Rafael Leonel.
Primeiros módulos mostram efeitos
A Academia de Líderes começou em junho, com um primeiro módulo dedicado à construção de identidade e autoridade na liderança. Com essa participação, as lideranças compartilharam os aprendizados com suas equipes e incorporaram os conteúdos à rotina das unidades.
Em julho, o segundo módulo avançou para temas relacionados ao autoconhecimento e à tomada de decisão em cenários de alta pressão. A trilha combina desenvolvimento individual, gestão de equipes e preparação de profissionais que poderão assumir novas responsabilidades dentro da companhia.
Na Regional Fronteira/4ª Colônia, a gerente Janaína Hasse destaca a importância do acompanhamento contínuo nesse processo. “Essa construção não é minha, ela é nossa. Estamos mantendo realinhamentos constantes com as equipes e um acompanhamento diário”, relata.
Com sete meses de formação previstos, o PDL está em fase inicial. As duas promoções já registradas, no entanto, oferecem um primeiro resultado concreto da iniciativa e mostram como o desenvolvimento interno pode abrir novos caminhos profissionais.
A novidade soma-se aos bons resultados do primeiro semestre e mostra como os resultados e valorização da equipe caminham lado a lado. A aposta está na formação de lideranças preparadas à cultura da empresa.