O feriado de Natal promete movimentar as estradas gaúchas a partir desta sexta-feira (20). Segundo estimativas da CCR ViaSul, concessionária que administra a BR 290 – freeway – no trecho entre Porto Alegre e o Litoral, mais de 345 mil veículos devem circular pela rodovia federal. Ao todo, cerca de dois milhões de veículos devem transitar durante os próximos dias.

Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o maior movimento de saída será registrado na sexta-feira à tarde e noite, além de sábado pela manhã e na véspera do Natal, terça-feira (24), durante o dia. Já o retorno está previsto para se concentrar na tarde e noite do dia 25. A BR 290, a BR 386 e a BR 116 estão entre os trechos com expectativa de maior fluxo de veículos.

Ao todo, a CCR ViaSul estima que cerca de 1,2 milhão de motoristas trafeguem pelas vias sob sua administração entre 20 e 25 de dezembro. Na freeway, os picos de saída estão previstos para sexta-feira (45 mil veículos) e sábado (46 mil veículos). No dia 25, o fluxo deve atingir 45 mil automóveis no sentido de retorno à Região Metropolitana.

Para a BR 386, são esperados 155 mil veículos ao longo do período, com cerca de 80 mil em direção ao interior e 75 mil rumo à Capital. A concessionária reforça que os melhores horários para viajar incluem manhãs de sexta-feira e sábado, além das tardes de domingo (22) e segunda-feira (23).

A projeção da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) indica que mais de 639 mil veículos trafeguem pelas rodovias administradas, entre os dias 20 e 26 de dezembro. Há uma expectativa de maior fluxo tanto nas rodovias que ligam a região metropolitana ao litoral, seja pela ERS 040, por Viamão, ou pela ERS 474, em Santo Antônio da Patrulha, quanto nas rodovias que levam turistas e visitantes até a Serra Gaúcha e Hortênsias, utilizando a ERS 235, em Gramado e São Francisco de Paula, e a ERS 115, por Três Coroas.

Tanto a PRF quanto o Comando Rodoviário da Brigada Militar destacaram o aumento de efetivo nas rodovias para garantir a segurança dos motoristas. A PRF intensificará as operações de fiscalização e conscientização, especialmente contra o uso de celular ao volante e o consumo de álcool por condutores

 

 

 

Fonte Correio do Povo

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Natal deve movimentar milhares de veículos nas rodovias do RS

O mercado de trabalho formal está abrindo mais portas para a população de baixa renda. Estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que, das mais de 3,4 milhões de contratações realizadas entre janeiro de 2023 e setembro de 2024, 91,49% foram para inscritos do CadÚnico (o equivalente a cerca de 3,1 milhões) e 71,11% ( ou aproximadamente 2,4 milhões) para beneficiários do Bolsa Família.

“É uma notícia boa para o Brasil, que segue crescendo. Estamos falando de 91% ( das vagas ocupadas pelo público do CadÚnico), buscando trabalho e ocupando oportunidades de emprego no país. Quem está indo atrás e buscando trabalhar são os beneficiários do Bolsa Família e os inscritos no Cadastro Único”, afirmou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias. “São pessoas que estão saindo da pobreza pela renda e é uma renda fruto do trabalho. O plano de qualificação profissional focado nesse público está dando bons resultados”, completou.

Confira o estudo completo aqui 

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A pesquisa da FGV também salienta números positivos no recorte entre janeiro e setembro de 2024. Nesse período, o saldo de admissões para toda a economia brasileira foi de 1.984.759 empregos. Desse montante, os inscritos no CadÚnico ocuparam aproximadamente 1,5 milhão de vagas, representando 75,4% do total. Já os beneficiários do Bolsa Família somaram mais de 1 milhão de admissões, correspondendo a 54,4% da geração de vagas.

Além da capacitação, as empresas entrevistadas destacaram no estudo a importância da Regra de Proteção para ampliar a inclusão produtiva de indivíduos em situação de vulnerabilidade e superação da pobreza. Criada em 2023, a medida prevê que famílias que tiverem um aumento da renda mensal acima de R$218 por pessoa da família sigam acompanhadas e recebendo benefícios. Para isso, esse aumento de renda não pode ultrapassar meio salário mínimo por indivíduo da família. Os beneficiários que ingressaram na Regra de Proteção passam a receber 50% do valor regular do Bolsa Família, por um período de até 24 meses.

“Estamos trabalhando para ampliar as oportunidades de emprego e renda para toda a população, com foco na qualificação profissional, na geração de renda e na inclusão social”, disse o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. “A Regra de Proteção é fundamental porque assegura que as famílias possam aumentar a sua renda formal mensal, a sua renda per capita familiar e não percam o benefício”, acrescentou.

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Setor e porte de empresas

As empresas de médio e grande foram responsáveis por mais de 1 milhão de postos. Dentre eles, 828 mil contratações foram oriundas de inscritos no CadÚnico e 583 mil do Bolsa Família. Já as microempresas foram responsáveis por 564 mil vagas, das quais 411 mil foram referentes ao CadÚnico e 304 mil ao Bolsa Família.

A pesquisa indica ainda que o setor de serviços, com destaque para atividades relacionadas à saúde, educação, transporte e serviços de escritório, foi o principal responsável pela geração de empregos, com mais de 1 milhão de postos. Entre os inscritos no CadÚnico, contribuiu com um saldo de 710 mil empregos. Para os beneficiários do Bolsa Família o saldo atingiu 483 mil.

O estudo analisou o perfil de contratações no mercado de trabalho formal brasileiro, considerando empresas registradas no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), com ênfase nos trabalhadores inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) e beneficiários do Bolsa Família.

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Inscritos no CadÚnico ocupam mais de 91% dos empregos formais entre 2023 e setembro de 2024

O Congresso Nacional promulgou hoje (20) a Emenda Constitucional 135/24, que trata do pacote fiscal de corte de gastos do governo. A emenda é oriunda da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/24 e fez alterações em receitas obrigatórias e prorrogou a Desvinculação de Receitas da União (DRU). As medidas visam melhorar o equilíbrio fiscal do governo federal.

Entre as alterações estão as que possibilitam mudanças no teto dos salários do funcionalismo público, nas regras de concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC), do abono salarial, da política de reajuste do salário mínimo, regras com limites para a concessão e ampliação de benefícios tributários e limitação do crescimento de despesas vinculadas ao arcabouço fiscal.

Ao promulgar a emenda, o presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) disse que o objetivo da alteração na Constituição é preservar a coesão fiscal, aliando o regime jurídico dessas despesas ao arcabouço fiscal em vigor e ao “cenário global em que o Brasil está inserido.”

Aprovado pelo Congresso Nacional, em agosto do ano passado, o arcabouço estabelece limites para o aumento das despesas da União. “A responsabilidade fiscal se consolidou como imperativo nacional, mesmo ainda em tempos de cenários econômicos desafiadores, como é o tempo presente”, disse Pacheco.

O senador também afirmou que as alterações promovidas durante o processo de tramitação da proposta na Câmara dos Deputados e no Senado resultaram em um texto que reflete a pluralidade de visões de mundo e “interesses legítimos representados no âmbito do Congresso Nacional”.

“Exatamente por isso, há de se rechaçar qualquer tentativa inflamada e contraproducente ao país, de se caracterizar a emenda constitucional como um tipo de medida contrária ao interesse social e às camadas mais vulneráveis da população brasileira”, afirmou. “Bem ao contrário, o que se almejou com a proposta e os ajustes promovidos pelo Congresso Nacional foi mais do que simplesmente reduzir o gasto público, mas melhorá-lo em termos qualitativos, direcionando-o de modo mais fidedigno e eficiente possível a quem dele mais necessita”, discursou.

PEC

aprovação do texto da PEC, na noite de quinta-feira (19), fez parte do esforço do governo de controlar o crescimento de despesas obrigatórias, como as de pessoal e programas sociais. O texto aprovado altera o abono salarial do Programa PIS/Pasep, de até um salário mínimo, pago a trabalhadores que ganharam até dois salários mínimos mensais no ano anterior.

A mudança aprovada determina que o valor do abono do PIS/Pasep será corrigido apenas pelo INPC a partir de 2026. O salário será pago ao trabalhador que tiver recebido dois salários mínimos do ano-base, que será 2023, o que equivale a R$ 2.640. O salário de acesso será reduzido até chegar a um salário mínimo e meio, o que, na previsão do governo, deve ocorrer em 2035.

Outra mudança foi nas regras do Fundo de Manutenção da Educação Básica (Fundeb), que financia as redes públicas de ensino, desde o infantil até o ensino médio. O fundo é bancado pela arrecadação dos estados e dos municípios, mas recebe complementação da União quando os entes não atingem o valor mínimo por aluno ao ano.

A proposta aprovada limita a até 10% em 2025,os recursos que devem ser destinados às matrículas em tempo integral. Para os anos seguintes, a regra estabeleceu o mínimo de 4% dos recursos do Fundeb. Isso deverá ocorrer até serem atingidas as metas de educação em tempo integral estabelecidas no Plano Nacional de Educação.

Com relação à Desvinculação de Receitas da União, cujo prazo terminaria em 2024, a PEC determina sua prorrogação até 2032, permitindo que o governo flexibilize a execução orçamentária no limite de 20% de todos os tributos federais vinculados por lei a fundos ou despesas.

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Congresso promulga emenda à Constituição para cortar gastos do governo

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) promete reforçar a fiscalização nas rodovias federais entre esta sexta-feira (20) e a próxima quarta-feira (25). Deflagrada à 0h de hoje, a Operação Natal 2024 prevê maior frequência nas rondas, além do posicionamento de equipes policiais em trechos identificados como os mais perigosos.

Durante a operação, que se estenderá até as 23h59 da quarta-feira de Natal, a PRF ampliará o efetivo policial nas rodovias federais para coibir, principalmente, as ultrapassagens indevidas. Entre janeiro e novembro deste ano, foram registradas 272.955 infrações deste tipo.

Embora o total de ocorrências tenha variado pouco em comparação ao resultado registrado em 2023 (270.165), o número de acidentes com feridos e mortos aumentou significativamente. Entre janeiro e novembro deste ano, 1.557 sinistros de trânsito associados à ultrapassagem indevida deixaram 2.287 feridos e 363 óbitos. No mesmo período do ano passado, foram 1.469 acidentes, com 2.263 feridos e 313 óbitos.

Em nota, o coordenador-geral de Segurança Viária da PRF, Jeferson Almeida, destaca que o motorista que realiza ultrapassagem indevida está colocando em risco não só sua própria vida, como a de seus eventuais acompanhantes e de outras pessoas.

“A ultrapassagem indevida já é perigosa por si só. Quando associada à velocidade excessiva para conseguir realizar a manobra e não se tem sucesso, os efeitos são muito danosos. São saídas de pista, colisões transversais ou frontais, circunstâncias em que o choque entre os veículos é mais intenso”, enumera Almeida.

O motorista flagrado realizando ultrapassagens indevidas pode ser multado em até R$ 2.934,70 e ter o direito de dirigir suspenso.

Rodovida

A Operação Natal 2024 é a primeira das grandes ações da Operação Rodovida 2024/2025, que a PRF lançou nesta quarta-feira (18). Com o tema Desacelere: Seu Bem Maior é a Vida, a iniciativa se estenderá até 9 de março de 2025, com o objetivo de tentar reduzir as ocorrências por excesso de velocidade nas rodovias federais.

De janeiro a outubro deste ano, o excesso de velocidade resultou em mais de 5 milhões de autos de infração – mais que o dobro dos 2,1 milhões de autuações registradas no mesmo período de 2023. Apesar da alta significativa nas infrações, a PRF registrou queda no número de sinistros de trânsito e mortes em que a causa principal foi o excesso de velocidade. De janeiro a outubro deste ano, foram 3.478 sinistros e 358 óbitos. No ano passado, foram 3.508 ocorrências e 381 mortes.

Por outro lado, entre janeiro e outubro de 2024, a PRF registrou 9.013 sinistros de trânsito atribuídos à reação tardia ou ineficiente dos condutores, o que resultou em 10.506 feridos e 575 mortes. A correlação entre o excesso de velocidade e a reação tardia ou ineficiente dos condutores é um dos principais desafios para a segurança viária. A velocidade excessiva reduz o tempo de reação necessário para desviar de obstáculos, frear a tempo ou lidar com mudanças inesperadas na via. Isso se reflete nos dados, uma vez que a velocidade elevada pode ser fator determinante em muitos sinistros de trânsito fatais com vítimas

 

 

Fonte Agência Brasil

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PRF inicia a Operação Natal

O Senado aprovou nesta sexta-feira (20) o Projeto de Lei 4.614/24, que integra o pacote de corte de gastos do governo. A proposta cria um teto para o crescimento do salário mínimo, limitada ao ganho real aos limites do arcabouço fiscal e restringe o acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC). A proposta, aprovada nesta quinta-feira (19) na Câmara dos Deputados, segue para a sanção presidencial.

O projeto recebeu 42 votos favoráveis e 31 contrários, após o relator, senador Rogério Carvalho (PT-SE), alterar o texto, em especial nas regras do BPC. O benefício, no valor de um salário mínimo mensal, é um direito da pessoa com deficiência e do idoso com 65 anos de idade ou mais, se não tiver condição de se sustentar ou ser sustentado pela sua família.

O texto aprovado na Câmara dos Deputados limitava a concessão do BPC aos beneficiários cuja avaliação concluísse por haver deficiência de grau moderado ou grave. O trecho foi criticado por, praticamente, retirar as pessoas com grau de deficiência leve, como autistas, de suporte nível 1, pessoas com síndrome de Down e questões de saúde mental, do rol de beneficiários.

Por meio de um acordo, o governo se comprometeu a vetar o ponto do projeto que excluiu as pessoas com deficiência de grau leve.

“Estamos discutindo aqui de que maneira o governo vai garantir para todos os que precisarem, não aos que precisam hoje, mas aos que precisarão hoje, amanhã e depois de amanhã, ter acesso a esse benefício”, disse Rogério Carvalho.

O texto aprovado determina ainda a realização de cadastro biométrico para receber e manter benefícios da seguridade social, como o BPC, aposentadoria e pensão. Atualmente a exigência é válida apenas para o BPC.

O cadastro biométrico não será exigido caso o beneficiário resida em localidades de difícil acesso, ou em razão de dificuldades de deslocamento, por motivo de idade avançada, estado de saúde ou outras situações excepcionais que deverão constar de ato da Presidência.

A não exigência do cadastro biométrico valerá enquanto o poder público não der condições para realização do mesmo, inclusive por meios tecnológicos ou atendimento itinerante.

Salário mínimo

O texto aprovado limita o crescimento do salário mínimo a 2,5% acima da inflação do ano anterior, com valorização mínima de 0,6% acima da inflação em caso de recessão econômica. A medida, segundo o Ministério da Fazenda, deverá gerar economia de R$ 109,8 bilhões de 2025 a 2030.

“Mesmo que tenhamos crescimento zero ou negativo do PIB [Produto Interno Bruto], será garantido o crescimento do salário. O texto protege os benefícios sociais para que não sejam desvinculados do salário mínimo. Todos os benefícios previdenciários e assistenciais da seguridade social que são concedidos estarão atrelados ao salário mínimo, com a garantia de aumento real anualmente”, afirmou Carvalho.

Bolsa Família

Em relação ao Bolsa Família e demais benefícios de seguridade social, o texto aprovado manteve a obrigatoriedade de cadastro biométrico para a concessão, a manutenção e a renovação. Os parâmetros para a permanência do programa serão mais rígidos para as famílias unipessoais (beneficiários que moram sozinhos). Haverá restrição para municípios com percentual de famílias unipessoais acima do disposto em regulamento.

Em relação ao cálculo para a concessão do benefício, a renda familiar considerará a soma dos rendimentos auferidos mensalmente pelos membros da família que vivam sob o mesmo teto.

O projeto também estabelece que o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), seguro rural a pequenos e médios produtores, seja executado conforme o Orçamento de cada ano. Atualmente, o Banco Central manda a conta de alguns subsídios, como o Proagro, ao governo, sem limitação orçamentária. Pelo projeto, o governo só poderá gastar em subsídios o que estiver autorizado no Orçamento

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Senado aprova teto de corte para salário mínimo e mudanças no BPC

A próxima edição da Abertura Oficial da Colheita da Oliva já tem data e local definidos. Será no dia 7 de março em Cachoeira do Sul (RS), na sede da Azeite Puro, que serão os anfitriões do evento, organizado pelo Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva) em parceria com a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) e que chega a sua 13ª edição.

De acordo com o presidente do Ibraoliva, Renato Fernandes, o evento retorna à sede de sua primeira edição, realizada em 2012. “Foi no município o primeiro evento oficial e depois percorremos todo o Estado. Percorremos a região da Fronteira, a região do Pampa, a região da Costa Doce, voltou ao centro do Estado, andou pela grande Porto Alegre, estivemos na Serra e agora retorna para o município que foi a primeira sede da abertura da colheita da Oliva”, destaca.

O dirigente reforça a animação pelos investimentos que aconteceram no município, pela produtividade e também por ter sido lá, através da Olivas do Sul, a primeira marca comercial do azeite de oliva no Brasil. “É importante prestigiar o município e teremos agora no dia 7 de março uma grande abertura, contando com os produtores, contando com as autoridades, com a imprensa, para poder falar desse novo modal econômico que está sendo criado no Rio Grande do Sul. A olivicultura ainda não representa grandes arrecadações, mas em outros países ela movimenta a economia e nós acreditamos que no futuro também a oliva possa ser uma grande alavanca econômica do nosso Estado e do nosso país”, observa.

O local escolhido foi na propriedade da família Farina, da Azeite Puro, que estará inaugurando uma fase nova da indústria com equipamentos que chegaram da Itália e “mostrando toda a tecnologia, toda a capacidade produtiva que hoje o Rio Grande do Sul tem, que é um exemplo de indústria”, conclui Fernandes.

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Cachoeira volta a sediar Abertura da Colheita da Oliva em 2025

A Prefeitura de Cachoeira do Sul encerrou suas atividades administrativas nesta sexta-feira (20), às 17h30min e retoma seu trabalho na quinta-feira (26), com expediente das 12h às 18h.

O que vai funcionar neste período:

– Zoológico Municipal: aberto no sábado, domingo, terça e quarta das 9h às 12h e das 13h30min às 17h. Segunda-feira é fechado para a manutenção de rotina;

– Farmácia do SUS: na segunda-feira, das 7h às 11h30min e 13h às 15h30min;

– Fonte das Águas Dançantes – domingo, dia 24, às 19h30min;

– Cempra: denúncias de animais soltos em via pública devem ser feitas pelo 190 (Brigada Militar) que aciona a equipe do Cempra;

– UPA: 3722 0888;

– Samu: pelo telefone 192;

– Conselho Tutelar: 9 9149 0479;

– Coleta de lixo:

Convencional

24/12/24

25/12/24

Manhã

4h

4h

Tarde

10h

Horário Normal

Interior

24/12/24

25/12/24

Manhã

Horário Normal

5h

Automatizada

24/12/24

25/12/24

Manhã

3h

3h

Tarde

Em sequência

Em sequência

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Final de Mandato: Prefeitura de Cachoeira faz feriadão de seis dias

Nesta sexta-feira (20) o Hospital de Caridade e Beneficência de Cachoeira do Sul, entrega 100% da reforma e a ampliação do Centro Cirúrgico. O investimento para a conclusão foi de R$ 8.052.617,61 com recursos oriundos de emendas parlamentares do ex-deputado federal Marlon Santos, conforme projeto do Hospital do Futuro II e recursos estaduais, referente a Consulta Popular 2018/2019.

O projeto foi realizado em três etapas e ampliou o setor de 415 m² para 1490 m². A primeira fase foi inaugurada em agosto de 2023 e ocupou parte da Unidade 300, construindo a área de apoio, vestiários e salas de espera, do novo Centro Cirúrgico. A segunda etapa foi entregue no mês de julho deste ano, onde encontram-se oito (8) salas cirúrgicas, salas para guarda de materiais e equipamentos, posto de enfermagem, sala de indução anestésica, DML e sala de utilidades.

Neste mês o HCB entrega definitivamente todas as dependências do novo bloco cirúrgico, que a partir de agora conta com 23 leitos de sala de recuperação. Além posto de enfermagem, banheiros para paciente, salas de enfermagem, sala de discussão de casos médicos, sala de biópsia, DML e sala de utilidades, entrada de paciente internado e ampliação da farmácia do bloco. Todos estes espaços ocupam todo o 3º pavimento do Anexo, o chamado Hospital do Futuro II.

“O novo Centro Cirúrgico do HCB aumentará sua capacidade de atendimentos, pois passamos de cinco para oito salas de cirurgias dentro das melhores técnicas construtivas, salas mais amplas para acomodar melhor todos os equipamentos e equipe necessárias a grandes procedimentos; atualização tecnológica do sistema de filtros e troca de ar ou seja, trata-se de uma atualização tecnológica, adequação às modernas exigências sanitárias e ampliação da demanda. Em 2023 foram realizadas 6.803 cirurgias e de janeiro a novembro deste ano já foram realizadas 6.333, destas 4.229 (67%) cirurgias foram realizadas pelo SUS e 2.104 (33%) realizadas através de planos de saúde ou particulares. Deste total de cirurgias 63,16% foi realizada em pacientes moradores de Cachoeira do Sul e 36,83% em pacientes de outros municípios. Inclusive no mês de julho batemos nosso recorde com 668 cirurgias”, declara o superintendente Luciano Morschel.

Saiba mais

O HCB foi contemplado nos anos de 2022 e 2024 pelo Programa Avançar do governo estadual com recursos no valor de R$ 4 milhões, que foram revertidos na compra de diversos equipamentos para o novo bloco cirúrgico como: mesas cirúrgicas, carros e bombas de anestesia, geradores eletro-cirúrgicos, arcos cirúrgicos, focos de teto, um craniótomo e um monitores multiparâmetros e 15 camas de recuperação.

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HCB inaugura novo bloco cirúrgico com investimento de R$ 8 milhões

Segundo levantamento inédito da Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, a média das faturas de cartão de crédito dos brasileiros foi de R$ 1.434,74 no primeiro semestre deste ano. Durante o período, o mês de maio atingiu o maior valor R$ 1.464,25, enquanto janeiro teve o menor ticket médio com R$ 1.412, 43. O gráfico abaixo traz o detalhamento mês a mês dos primeiros seis meses de 2024. O estudo foi gerado com base nas informações do Cadastro Positivo.

Em termos de gênero, o ticket médio masculino foi cerca de 24% maior que o feminino no período. Nesse semestre, as mulheres tiveram uma fatura média de R$ 1.293,53 enquanto a dos homens foi de R$ 1.601,28. Os meses de menores gastos foram, respectivamente, janeiro para o público feminino, com R$ 1.268,50, e março, para o masculino, com R$ 1.581,13. Já o mês de maiores faturas médias foi, nos dois gêneros, maio, com tickets de R$ 1.322, 63 (mulheres) e R$ 1.631,50 (homens).

O estudo também mostra a correlação entre renda e valor de parcela durante o semestre. Na faixa acima de 10 salários-mínimos, o ticket médio ficou em R$ 3.847,23, enquanto na faixa de até um, R$ 408,19. Ainda na faixa de 10 salários, janeiro apresentou o maior valor de fatura no período, com R$ 3.968,94 e março o menor, R$ 3.745,67. Já na faixa até um salário-mínimo, o pico da quantia ocorreu em abril, no valor de R$ 436,28, enquanto o menor em janeiro, com R$ 380,61.

Em relação às regiões do país, o maior ticket médio, nos primeiros seis meses do ano, foi no Centro-Oeste, com o valor de R$ 1.580,17. Já a região com o menor montante de gasto no cartão foi a Norte, com R$ 1.246,52. Em ambas as regiões os meses que tiveram os maiores e menores valores coincidiram. Janeiro apresentou a menor taxa no Centro-Oeste, com R$ 1.549, 12, no Norte, com R$1.217,68. Já as maiores taxas foram em maio, sendo respectivamente, R$ 1.615, 44 (Centro-Oeste) e R$ 1.273,66 (Norte).

Por fim, o último presente no estudo referente ao valor da fatura é a faixa etária. Nesse quesito, as faixas de até 25 anos e acima de 60 anos tiveram as menores médias no período, com valores similares: R$ 1.226,53 e R$ 1.229,22, respectivamente. Já o maior montante, de R$ 1.550,60, foi gasto pela faixa etária de 36 a 50 anos. Considerando ainda essas faixas de idade, os destaques do período foram: até 25 anos, maior valor em maio, sendo R$ 1.325,64 e o menor em junho, R$ 1.123,87. De 36 a 50 anos, a maior fatura média ocorreu em maio de 2024, no valor de R$ 1.574,44 e a menor, em janeiro, com R$ 1.524,47. Na última faixa etária, acima de 60, janeiro concentrou o maior valor médio, atingindo R$ 1.250,14 e maio o menor, marcando R$ 1.219,87.

Pontualidade de pagamentos

O Cadastro Positivo permite identificar se os brasileiros estão pagando suas faturas do cartão de crédito em dia. De forma geral, a média da pontualidade nos pagamentos das parcelas ficou em 81,2% nesse primeiro semestre. No gráfico abaixo, é possível ver a pontualidade mês a mês no período.

“A pontualidade de pagamento do cartão de crédito subiu em junho pelo terceiro mês consecutivo, encerrando, na média, o primeiro semestre deste ano em 81,2%. Isso mostra que o consumidor, de alguma forma, se esforçou para ficar em dia nesta modalidade crédito, a qual é extremamente onerosa. Porém, o aumento da inflação ao partir do segundo semestre pode impactar negativamente os níveis de pontualidade desta bem como das demais modalidades de crédito”, explica o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi.

Entre gêneros, a média da pontualidade apresentou um empate técnico. No período, o público feminino obteve uma pontualidade média de 81,2% enquanto o masculino, 81,3%. Olhando para os destaques durante os primeiros seis meses, os dados coincidem. A maior pontualidade, em ambos os gêneros, ocorreu em junho de 2024, empatados com 82,2% Já a menor também aconteceu no mesmo mês, março, com índices de 80,6% para as mulheres e 80,8% para os homens.

Em termos de renda, o padrão se manteve. A maior pontualidade, de 92,5%, foi atingida pela faixa acima de 10 salários-mínimos e a menor, de 71,1%, na de até 1 salário. Considerando essas faixas, temos também os dados sobre os meses que apresentaram maior e menores pontualidades. Até 1 salário-mínimo, abril teve o percentual mais baixo do período, com 69,9% e junho o maior, com 74,0%. Já na faixa acima de 10 salários, janeiro teve a marca de menor pontualidade, com 91,9%, enquanto maio apresentou o maior pico, com 93,2%.

Regionalmente, os maiores percentuais de pagamentos em dia acontecem no Sul e Sudeste, com dados praticamente empatados: 82,6% e 82,5%, respectivamente. Já o dado mais baixo de pontualidade, foi na regional Norte, com 76,6%. Os maiores picos de pagamentos em dia, no período, ocorreram todos em junho: Norte, com 77,8%, Sudeste com 83,1% e Sul, com 83,8%. Os menores índices nessas regiões aconteceram em janeiro, para a parte Norte do país, com percentual de 76,1% e, em março, para o Sudeste e Sul, com 81,9% e 82,0%, respectivamente.

Por fim, o grupo acima de 60 anos apresentou o maior grau de pontualidade com 86,1%. Já os mais jovens, na faixa etária de até 25 anos tiveram menor taxa média no primeiro semestre de 2024, com 62,9%. Nos destaques mês a mês, a faixa acima de 60 anos, teve, em abril, seu menor grau de pontualidade, com 85,4% e em junho o seu maior, com 86,7%. Já os mais jovens, com até 25 anos, obtiveram, em junho, o percentual mais alto na pontualidade, com 70,5% e em fevereiro, o menor, com 61,0%.

“Ter informações mais acuradas dos consumidores é um benefício para toda a cadeia de crédito, uma vez que amplia o acesso com base no perfil de cada consumidor, reduzindo índices de inadimplência”, finaliza Rabi.

Metodologia

Os Indicadores de pontualidade e de ticket médio têm como fonte exclusiva a base de dados do Cadastro Positivo, a qual fornece informações sobre transações, pagamentos e comportamento financeiro de milhões de consumidores. O indicador tem uma defasagem padrão, sendo este o dado mais recente.

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Cartão de crédito: brasileiros gastaram em média R$ 1.434,74 no primeiro semestre de 2024, revela Serasa Experian

Divulgado nesta semana, o boletim de indicadores econômicos setoriais mostra um crescimento consistente das vendas do setor atacadista gaúcho nos últimos 12 meses (de novembro de 2023 a outubro de 2024), na comparação com o mesmo período anterior. O segmento, considerado um termômetro para o desempenho futuro do varejo, movimentou R$ 225,46 bilhões no período, o valor representa um aumento de 1,5%.

O mercado interno, que concentra mais de 70% das vendas, continua sendo o principal destino das mercadorias do segmento. Cerca de 22% são destinados a outros Estados, ao passo que as exportações representam 8% das transações. Outro destaque é o crescimento na aquisição de bens de capital pelo setor, que somou R$ 2,3 bilhões nos últimos 12 meses, uma elevação de 1,1% em relação ao período anterior.

De acordo com o levantamento, as vendas do varejo mostraram expansão de 9,6% no último trimestre (agosto a outubro), quando comparado com o mesmo período de 2023. No acumulado dos últimos 12 meses, o setor se destacou pela resiliência, alcançando taxas de crescimento cujo pico chegou a 8,6% em abril. Em outubro, mesmo em meio ao processo de recuperação dos danos causados pelas enchentes, o segmento registrou um crescimento expressivo de 7,5%.

Indústria em recuperação

Embora tenha apresentado uma recuperação significativa após o impacto das enchentes, com pico de R$ 53,2 bilhões em vendas em agosto, o maior volume dos últimos 12 meses, a indústria gaúcha enfrentou retração em outubro. As vendas no mês somaram R$ 46,8 bilhões, uma redução de 8,1% em relação a setembro. No acumulado dos últimos 12 meses, o setor também apresentou retração, que foi de 4% em outubro, na comparação com o mesmo período anterior.

Apesar do cenário desafiador, algumas áreas da indústria vêm demonstrando resultados positivos. O segmento de produtos de limpeza cresceu 10%, enquanto a indústria moveleira registrou alta de 9% nos últimos 12 meses. A indústria de produtos de limpeza movimentou R$ 2,2 bilhões no período, com vendas divididas entre o mercado interno e outros Estados. Já o setor moveleiro, um dos mais fortes do Estado, alcançou R$ 12,54 bilhões em comercializações no mesmo intervalo. Outro destaque foi a indústria de papel, que contrariou a tendência geral e registrou um aumento de 2,6% nas vendas, somando R$ 7 bilhões.

Pelo lado das compras, houve um salto nos investimentos em bens de capital: o setor destinou R$ 190 milhões a aquisições de máquinas e equipamentos nos últimos 12 meses, um aumento expressivo de 42,2% em relação ao período anterior. O avanço indica otimismo quanto ao desempenho futuro do mercado, com potencial para impulsionar a geração de emprego e renda no Estado.

 

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Vendas do atacado e do varejo gaúcho crescem, enquanto indústria busca recuperação

Estão abertas as inscrições para a nova turma da Educação à Distância para Jovens e Adultos (EAD EJA) do Sesc Cachoeira do Sul. Com inscrições até 13 de janeiro, a formação é voltada a maiores de 18 anos que não tenham concluído o ensino básico no tempo regular e que tenham interesse em retomar os estudos. Totalmente gratuita e no formato semipresencial, as aulas ocorrem de maneira mista, com encontros online e semanais na Unidade.

Os encontros presenciais acontecem no Polo Cachoeira do Sul, (Rua Sete de Setembro, 1324), com início das aulas em março de 2025. O projeto tem duração de três semestres e acontece em sua maior parte no formato virtual, com um encontro presencial por semana, no turno da noite. São oferecidas 35 vagas e as inscrições podem ser feitas na Unidade ou no site www.sesc.com.br/ead, onde também é possível consultar o edital completo.

Além dos conteúdos obrigatórios, o projeto oferece uma formação complementar em Produção Cultural, que visa auxiliar o estudante a ingressar no mercado de trabalho. Durante os encontros presenciais, acontecem experimentações, simulação de práticas, mecanismos de jogos, dramatizações e outras estratégias que possibilitam maior interação entre os participantes. Dessa forma, são promovidas dinâmicas em grupos, rodas de conversa, oficinas com produtores culturais, atividades de esportes e lazer, gincanas, apresentações de trabalhos de pesquisas individuais e em grupos, café literário, oficinas de arte e passeios pedagógicos.

EAD EJA – A Educação à Distância para Jovens e Adultos (EAD EJA) é oferecida pelo Sesc, em parceria com o Senac, responsável pela plataforma, para proporcionar a jovens e adultos a oportunidade de concluírem o Ensino Médio gratuitamente, com uma qualificação profissional complementar em Produção Cultural. O curso, com duração de 1 ano e meio, é oferecido em 13 estados, nas regiões Norte, Nordeste e Sul. A construção dos conteúdos é baseada em experimentações, simulação de práticas, mecanismos de jogos, dramatizações e outras estratégias que possibilitam maior interação com os participantes. 20% da carga horária é online e 80% é presencial. No RS, são 35 polos ao todo. Novas vagas abrem semestralmente e são destinadas para pessoas com renda familiar bruta mensal de até dois salários-mínimos, com prioridade às que sejam trabalhadoras do comércio de bens, serviços e turismo ou dependentes, ou que sejam egressas da rede pública de ensino.

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Inscrições abertas para curso gratuito de conclusão do Ensino Médio voltado a jovens e adultos do Sesc Cachoeira

Três em cada dez domicílios no país ainda não contam com rede de esgoto, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua: Características Gerais dos Domicílios e dos Moradores 2023, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta sexta-feira (20). Ao todo, 69,9% das casas e apartamentos contam com esse serviço de saneamento básico. Aos demais domicílios, ele ainda não chegou. 

A pesquisa mostra que entre 2019 e 2023, o percentual de domicílios com esgoto aumentou 1,8 pontos percentuais, passando de 68,1% para os atuais 69,9%. Os maiores crescimentos no atendimento foram nas regiões Norte e Nordeste, que seguem, contudo, sendo as regiões com os menores percentuais de atendimento.

A Região Norte passou de 27,3%, em 2019, para 32,7%, em 2023, dos domicílios conectados à rede de esgoto. Já o Nordeste passou de um atendimento de 47% para 50,8%. Na outra ponta, a Região Sudeste é a mais atendida, com 89,9% dos domicílios com esgoto.

O saneamento básico, que compreende também serviços como coleta de lixo e acesso a água potável, é considerado um direito humano fundamental pela Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, é assegurado pelo direito à dignidade da pessoa humana, previsto na Constituição.

Pelo Novo Marco Legal do Saneamento (Lei 14.026, de 2020) esses serviços devem ser universalizados. Em 2033, 99% dos brasileiros deverão contar com água tratada em suas torneiras, enquanto 90% deles deverão ter acesso à coleta e ao tratamento de esgotamento sanitário.

Os dados da Pnad mostram ainda que, em 2023, 98,1% dos domicílios do Brasil tinham banheiro de uso exclusivo. Em áreas urbanas, 99,4% dos domicílios contavam com banheiro e 78% tinham acesso à rede geral de esgotos. Entre os domicílios em situação rural, 88,4% tinham banheiro e, em apenas 9,6%, o escoamento do esgoto era feito pela rede geral ou fossa séptica ligada a essa rede.

De acordo com a pesquisa, 15,2% dos domicílios tinham, em 2023, “outro tipo de esgotamento sanitário”, o que significa que aproximadamente 11,8 milhões de domicílios no país direcionavam os dejetos provenientes do banheiro ou sanitário a fossa rudimentar para valas, rios, lagos ou mar, entre outras formas de escoadouro.

Acesso à água potável

Em relação ao acesso à água própria para o consumo humano, a pesquisa mostra que, ao longo do período de 2016 a 2023, não houve expansão do percentual de domicílios que tinham a rede geral como o principal meio de abastecimento de água no país. Em 2016, 85,8% dos lares estavam conectados à rede geral de distribuição. Em 2023, esse percentual foi 85,9%.

Os dados mostram ainda que há grande diferença no abastecimento dos domicílios em áreas urbanas e rurais. Em 2023, enquanto em áreas urbanas 93,4% dos domicílios tinham como fonte de abastecimento de água a rede geral, apenas um em cada três, ou seja, 32,3% dos domicílios em áreas rurais contavam com esse abastecimento. A área rural da Região Nordeste tem percentual de atendimento superior ao restante do país, 43,9%.

As regiões Norte e Nordeste têm o menor percentual de domicílios conectados à rede geral de distribuição, 60,4% e 81,1% respectivamente. No Norte, 22% contavam com poço profundo ou artesiano e 11,3% com poço raso, freático ou cacimba, outros 2,7% contam com a água de fontes ou nascentes. O estado com o menor percentual de domicílios com acesso à água encanada é o Pará, com 49,6%.

Na outra ponta, o Sudeste tem o maior percentual de domicílios com o abastecimento da rede geral, 91,8%. A unidade da federação com o maior percentual é o Distrito Federal, com 96,5%.

De acordo com o economista analista da Pnad Wiliam Araujo Kratochwill, as ampliações do abastecimento, sejam de água ou esgoto, são demoradas. “A implantação de um sistema de distribuição de água não é algo que se faz em um mês, é algo que demanda planejamento, custos elevados de implantação, passar tubulação por toda a cidade, testar, depois fazer a ligação em cada domicílio. Então, é um processo moroso e com custo bastante elevado”, diz.

Ele ressalta que ao longo desses anos aumentou também o número de domicílios. Em 2023. são 10 milhões a mais que em 2016. Dessa forma, como o percentual de atendimento se manteve, significa que novas residências foram conectadas às redes de abastecimento, mas isso não foi suficiente para que houvesse aumento no percentual de atendimento. “O investimento teria que ser ainda maior para que percebêssemos um aumento do percentual de domicílios ligados à rede de abastecimento de água, à rede coletora de esgotos”.

Coleta de lixo

De acordo com a Pnad, entre 2016 e 2023 aumentou o percentual de domicílios com coleta de lixo direta por serviço de limpeza, que passou de 82,7% para 86,1%. A região com o menor percentual de domicílios atendidos foi o Nordeste, com 75,8%, e a região com o maior atendimento foi a Centro-Oeste, com 91,6%. O Nordeste, no entanto, teve a maior expansão desse indicador, passando de de 67,4% dos domicílios, em 2016, para os atuais 75,8%.

O estudo destaca que embora tenha sido observado um aumento da coleta direta, em 2023 havia cerca de 5 milhões de domicílios (6,6%) que queimavam o lixo na propriedade. Isso ocorre principalmente nas regiões Norte, com 15,4%, e Nordeste, com 13,9%. Considerando apenas as áreas rurais, esse era o principal destino dado ao lixo, em 51% das propriedades.

Condições dos domicílios

Em 2023, havia 77,7 milhões de domicílios no país. A maior parcela era concentrada no Sudeste (43,4%), seguida pelas regiões Nordeste (26,3%), Sul (14,7%), Centro-Oeste (7,9%) e Norte (7,7%). O maior índice era de casas, 84,6%. Os apartamentos representavam 15,2%. Em 2016, esss pércentuais eram, respectivamente, 86% e 13,8%.

Segundo a Pnad, em 2023 a maioria dos domicílios (89,1%) tinha as paredes externas construídas de alvenaria ou taipa com revestimento. Essa porcentagem representou aumento em relação a 2022 (88,6%) e a 2016 (88,2%).

Por outro lado, no ano passado, os domicílios com paredes externas de alvenaria ou taipa sem revestimento representavam 6,5% do total, o que equivale a aproximadamente 5 milhões de residências, representando crescimento em relação a 2016 (6,4%), quando havia 4,3 milhões de domicílios nessas condições.

Já os domicílios com paredes externas de madeira apropriada para construção representavam 3,9% do total, o que representa queda em relação a 2016 (4,8%).

Kratochwill destaca como positivo o aumento de domicílios com revestimento. “Quando observamos as grandes regiões, o Norte deu um grande salto, aumentou em 8,7 pontos percentuais, passou de 61,6% para 70,3% dos seus domicílios, tendo essa parede, como as pessoas na cidade conhecem, a parede ali de algum tipo de alvenaria, revestida, pintadinha”. Ele explicou que “uma moradia sem revestimento é aquela que você olha e está ali, você vê o tijolo exposto. Essa é sem revestimento”.

Os dados mostram ainda que embora tenha havido avanços, 0,5% das moradias, o que representa aproximadamente 360 mil domicílios, ainda apresenta condições precárias, têm as paredes feitas de materiais como madeira aproveitada de tapumes e embalagens.

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Três em cada dez domicílios não contam com rede de esgoto

A Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer com apoio de outras Secretarias, finalizou as obras na Praia Nova para temporada 2024/25. Conforme informou o Secretário Angelo Pippi Júnior uma das primeiras ações foi recuperar a guarita  para utilização dos Guardas Vidas a partir deste sábado, dia 21. Ao mesmo tempo, foi nivelada a área de areia e o camping que poderá ser utilizado somente por barracas móveis. Os banheiros químicos para utilização pela população somente deverão chegar na próxima semana. Três empresas se habilitaram junto a Secretaria de Indústria e Comércio para fornecer bebidas, lanches e sorvetes aos banhistas.

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Praia Nova do Rio Jacuí já pode receber banhistas a partir deste final de semana

A Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) divulgou, nesta sexta-feira (20/12), o primeiro boletim do projeto Balneabilidade temporada 2024-2025. O serviço é uma das ações vinculadas à Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), dentro do projeto Operação Verão Total 2024 – 2025, do Governo do Estado. Os dados do primeiro boletim são referentes ao resultado das cinco primeiras semanas de análises. Dos 93 pontos analisados no estado, 81 estão próprios para banho dentre eles a Praia Nova do Rio Jacuí e 12 apresentam condição imprópria. Veja quais são:

Município – Balneário/Praia – impróprio para banho

1 – Barra do Ribeiro – Praia Recanto das Mulatas- Lago Guaíba
2 – Cerrito – Balneário Cerrito- Rio Piratini
3 – Cidreira – Cidreira-Rua Calábria
4 – Imbé – Mariluz- AV. Mariluz
5 – Osório – Lagoa do Peixoto
6 – Pedro Osório – Balneário Pedro Osório – Rio Piratini
7 – Pelotas – Valverde – Trapiche
8 – PelotaS – Santo Antônio – Rua Bagé
9 – Rosário do Sul – Praia das Areias Brancas – Rio Santa Maria
10 – São Jerônimo – Praia do Encontro – Rio Jacuí
11 – São Lourenço do Sul – Praia das Ondinas
12 – Tramandaí – Tramandaí- AV. Da Igreja

Clique aqui para conferir a planilha

Para a classificação das águas como própria ou imprópria, utilizam-se parâmetros de Escherichia coli (E.coli), observando os critérios definidos pelas resoluções Conama nº 274/2000 e nº 357/2005. Nos balneários de Pelotas, Tapes e na Lagoa do Peixoto, em Osório, também são consideradas as cianobactérias.

De acordo com o diretor técnico da Fepam, Gabriel Ritter, o Departamento de Fiscalização da Fepam já está mobilizado para realizar ações para verificar possíveis causas dos três pontos impróprios no Litoral Norte. “Além de ações de fiscalização, vamos realizar coletas nas drenagens pluviais, a fim de investigar as possíveis causas da alteração na água. Com base nos resultados, serão discutidas as estratégias e soluções em conjunto com municípios”, explica.

As análises começaram em 17 de novembro e seguem até o fim de fevereiro. No Litoral norte, a água analisada nos três pontos considerados impróprios para banho atualmente, apresentou presença superior a 800 unidades de E.coli em duas semanas e índice inferior em outras três.

O resultado está condicionado a cinco semanas de monitoramento. Se, ao longo desse período, duas ou mais amostras do conjunto apresentarem resultado superior a 800 para E.coli ou, ainda, se a amostra mais recente das cinco avaliadas apresentar resultado maior que 2.000 para E.coli, o ponto será classificado como impróprio. O mesmo ocorre se a contagem de cianobactérias extrapolar 50.000 células.

Projeto Balneabilidade 2024 – 2025

Nesta edição, o projeto Balneabilidade realiza 15 análises, ao longo de 15 semanas consecutivas, que irão compor os boletins com resultado semanal da balneabilidade de praias e balneários do Estado, sempre levando em consideração as cinco análises mais recentes.

“O Projeto Balneabilidade é realizado pela Fepam desde 1979 e se tornou uma referência para os banhistas que frequentam praias e balneários gaúchos. Ao longo de 15 semanas, teremos monitoramento de 93 pontos em 44 municípios gaúchos, dois pontos a mais em relação ao ano passado. Isso ressalta o esforço coletivo para recolher amostras, analisar e divulgar dados de cada vez mais locais, com o intuito de oferecer mais segurança aos banhistas”, ressalta o presidente da Fundação, Renato Chagas, citando os pontos adicionados às análises, na Praia de Curumim, em Capão da Canoa, e Vila da Itapuã, em Viamão.

Os avisos de local próprio ou impróprio estarão em destaque em placas informativas fixadas nos pontos de coleta de água. Os veranistas também poderão consultar os resultados das análises no web aplicativo Balneabilidade.

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Fepam divulga primeiro boletim do Projeto Balneabilidade temporada 2024-2025

O Conselho Municipal de Saúde de Cachoeira do Sul emitiu uma nota  de repúdio aos projetos de Lei Complementar nº 68/2024 e Projeto de Lei nº 4614/2024, direcionada às autoridades legislativas, à sociedade civil organizada e à população em geral.

Confira na íntegra:

“Nós, do Conselho Municipal da Saúde de Cachoeira do Sul, manifestamos nosso repúdio aos Projetos de Lei Complementar nº 68/2024 e PL nº 4614/2024. Esses projetos, caso aprovados, trarão graves prejuízos aos direitos das pessoas com deficiência (PcD), em especial autistas, e suas famílias, prejudicando sua qualidade de vida e acesso a serviços essenciais.

O que está em risco com o PLC nº 68/2024?

Este projeto, que propõe uma reforma tributária, pode acabar com isenções fiscais fundamentais para PcD e suas famílias, como:

Isenção de impostos na compra de veículos adaptados: Sem essa isenção, muitas pessoas com deficiência não conseguirão adquirir um meio de transporte essencial para seu trabalho, terapias e vida social.

Desoneração em medicamentos e equipamentos assistivos: O custo de medicamentos essenciais, cadeiras de rodas e próteses pode aumentar, tornando esses itens inacessíveis para muitas famílias.

E o que muda com o PL nº 4614/2024?

Este projeto propõe mudanças prejudiciais no Benefício de Prestação Continuada (BPC), um suporte vital para muitas famílias. As principais ameaças incluem:

Recadastramento bienal obrigatório: Caso o recadastramento não seja feito, o benefício será automaticamente suspenso. Famílias em áreas remotas ou com dificuldades tecnológicas podem perder o apoio financeiro indispensável.

Mudança no conceito de deficiência: Apenas quem for considerado “incapaz para o trabalho e a vida independente” seria elegível, excluindo autistas e outras PcD que precisam do BPC para pagar tratamentos e terapias essenciais.

Exemplos práticos do impacto:

Uma mãe que utiliza o BPC para pagar as terapias do filho autista pode perder esse apoio devido à burocracia do recadastramento.

Uma pessoa com deficiência motora pode não conseguir comprar um carro adaptado, comprometendo seu deslocamento para consultas e atividades diárias.

O que estamos pedindo?

Queremos que esses projetos sejam revisados para garantir que direitos essenciais não sejam retirados. Especificamente:Que o PLC nº 68/2024 mantenha isenções fiscais para medicamentos, equipamentos e veículos adaptados para PcD e autistas.

Que o PL nº 4614/2024 não implemente regras que dificultem o acesso ao BPC, mantendo o conceito atual de deficiência e eliminando a exigência de recadastramento frequente.

Por que isso é importante?

Esses direitos foram conquistados com muito esforço para garantir que as pessoas com deficiência possam viver com dignidade. Retirá-los significa aumentar a vulnerabilidade de milhares de famílias, colocando em risco sua sobrevivência e autonomia.

Juntos podemos evitar esse retrocesso!

Apelamos à população, aos parlamentares e às lideranças que reflitam sobre o impacto dessas propostas e atuem para proteger os direitos das pessoas mais vulneráveis.

 

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Conselho Municipal da Saúde repudia projetos que prejudica BPC e isenções para PcDs

A Secretaria Municipal da Agricultura e Pecuária (SMAP) abriu novo período de encomenda de alevinos. O serviço é oferecido com o intuito de estimular e fomentar o desenvolvimento da piscicultura no município.

As encomendas podem ser feitas até 15 de janeiro de 2025, diretamente na Secretaria (Rua Gabriel Leon, 1109.) e a retirada será em 17 de janeiro. Após a realização do pedido, o produtor deverá efetuar o pagamento via PIX direto para a empresa fornecedora e a entrega será em 17 de janeiro. Os alevinos são fornecidos pela Piscicultura Águas do Vale, de Mato Leitão

Espécies disponíveis

ALEVINÕES (7 a 9 cm) – Preço por unidade


Carpa Capim – R$ 1,10

Carpa Cabeça Grande – R$ 1,10

Carpa Prateada – R$ 1,10

Carpa Húngara – R$ 1,10

Jundiá – R$ 1,10

Tilápia Gift (4 a 6 cm) – R$ 0,90

Lambari(3 a 4 cm) – R$ 0,50

Carpa Colorida (5 a 7 cm) – R$ 2,10


ALEVINOS EXÓTICOS

Surubim Pintado (10 a 12 cm) – R$ 16,00

Dourado (10 a 12 cm) – R$ 16,00

Trairão (5 a 7 cm) – R$ 7,00

Tambacú (6 a 8 cm) – R$ 2,10

Piauçú(6 a 8 cm) – R$ 2,10


ALEVINÕES JUVENIS (12 á14 cm)


Carpa Capim – R$ 2,10

Carpa Prateada – R$ 2,10

Carpa Cabeça Grande – R$ 2,10

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Secretaria de Agricultura abre encomenda de Alevinos

O governo do Estado divulgou, nesta sexta-feira (20/12), os resultados homologados da Consulta Popular 2024, com o detalhamento das propostas eleitas por região e as secretarias de Estado responsáveis pela execução de cada uma delas. As pastas de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) e de Desenvolvimento Rural (SDR) lideram, mais uma vez, o ranking. A Seapi recebeu 16 ações, que totalizam o aporte de R$ 15.504.22, enquanto a SDR ficou responsável por 13 propostas, que totalizam R$ 11.013.931.

Entre as iniciativas eleitas pelos cidadãos estão o fortalecimento e o fomento de cadeias produtivas de agropecuária e turismo rural. Ao todo, 73 propostas estarão incluídas na Lei Orçamentária Anual 2025, referentes a 12 secretarias.

Na edição 2024 da Consulta, que traz como tema a reconstrução do Rio Grande do Sul após as enchentes de maio e está incluída no Plano Rio Grande, foram destinados pelo governo estadual R$ 60 milhões para a aplicação em iniciativas sugeridas pela população. A etapa de votação, pela qual os cidadãos definem as propostas prioritárias para suas regiões, recebeu 216.246 votantes em 2024, número que representa aumento de 16,7% em relação ao ano anterior, quando 185.282 pessoas participaram. A votação esteve aberta entre 2 e 6 de dezembro pelo portal da Consulta e pelo WhatsApp.

Entre os 28 Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes), as regiões Celeiro, Médio Alto Uruguai e Rio da Várzea contribuíram com as maiores votações, considerando-se o número de votantes em relação à população eleitoral (confira o ranking abaixo).

Ranking por Corede (votantes em relação à população eleitoral):

1 – Celeiro: 17,66%
2 – Médio Alto Uruguai: 13,81%
3 – Rio da Várzea: 13,18%
4 – Missões: 11,66%
5 – Alto da Serra do Botucaraí: 10,77%
6 – Fronteira Noroeste: 7,77%
7 – Vale do Jaguari: 4,96%
8 – Vale do Rio Pardo: 4,8%
9 – Campos de Cima da Serra: 4,68%
10 – Jacuí Centro: 4,61%

• Propostas eleitas por região

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Agricultura e Desenvolvimento Rural recebem maior número de propostas eleitas pela Consulta Popular 2024

A Fazenda da Tafona, localizada na Porteira Sete, interior de Cachoeira do Sul, estará aberta para visitação neste domingo, 22 de dezembro, a partir das 14h30min. Às 15h ocorre a visita na casa e na Tafona (fábrica de farinha) e, após, é transmitido um vídeo contando um pouco da história.

Na sequência estará a disposição uma cafeteria com alguns itens de salgados e doces, com café, refri, chá, vinho ou cerveja, por demanda.

“Para grupos a partir de 20 pessoas podemos fazer um combo, a combinar. As visitas são por agendamento, pelo WhatsApp 51 9 8210-2461”, ressalta a proprietária Maro Vieira da Cunha Silva.

VALORES

O valor é R$ 20,00 para adultos, para crianças de 7 a 11 anos e idosos o valor é de R$ 12,00.

CHEGAR NA FAZENDA DA TAFONA:

PARA QUEM SAI DE CACHOEIRA, em direção à BR 290, entrar à esquerda na Estrada da Porteira Sete (Castagnino / Silos Três Tentos).

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Fazenda da Tafona abre visitação neste domingo na Porteira Sete

A Justiça da 10ª Zona Eleitoral, que compreende os municípios de Cachoeira, Novo Cabrais e Cerro Branco, realizou nesta quinta-feira (19), a diplomação de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores eleitos nas três cidades. A solenidade ocorreu no auditório do Sicredi, em Cachoeira do Sul.

O prefeito eleito, Leandro Balardin, classificou que o cenário atual da Prefeitura de Cachoeira do Sul causa preocupação, mas a situação será revertida na sua gestão. “Não fomos nós que colocamos Cachoeira na situação em que ela está, mas seremos nós que vamos tirar”, ressaltou o agora prefeito diplomado.

O ato foi comandado pela juíza eleitoral Rosuita Maahs.

 

 

 

Com informações O Correio

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Prefeito, vice e vereadores eleitos em Cachoeira,são diplomados pela Justiça Eleitoral