Jornalista cachoeirense Eugênio Esber sera o patrono da 35ª Feira do Livro de Cachoeira

O jornalista cachoeirense Eugênio Esber sera o patrono da 35ª Feira do Livro de Cachoeira do Sul, que acontece entre os dias 3 e 6 de outubro de 2019, na Praça José Bonifácio. A escolha de um patrono cachoeirense mantém a linha do governo Ghignatti de homenagear os talentos da terra.

De acordo com a diretora do Núcleo Municipal da Cultura, Josiane Knebel, Esber tem um carreira jornalistica reconhecida em todos o Rio Grande do Sul e desde a infância demonstrava talento para a escrita. “Ele tem uma literatura diferenciada, bastante voltada ao empreendedorismo. Isso traz um viés diferente e inovador para nossa Feira do Livro”, frisa Josiane. O nome de Eugênio Esber foi uma sugestão da Amicus e aprovado pelo Conselho Municipal de Políticas Culturais e também pelo prefeito Sergio Ghignatti.

ABERTURA – A solenidade de abertura do evento está marcado para o dia 3 de outubro, 19h, na Praça José Bonifácio. A equipe do Núcleo já está trabalhando para fechar a programação da feira, que conta sempre com lançamentos, sessões de autógrafos e diversas apresentações artísticas.

Quem é o patrono

– Eugênio Carlos Borges Esber nasceu no dia 14 de janeiro de 1962, em Cachoeira do Sul (RS). Sua infância foi marcada por dificuldades financeiras. Perdeu seu pai quando tinha apenas oito anos de idade, sendo criado pela mãe e pela avó. Ajudava a mãe no trabalho de comandar os negócios do armazém da família. Mas também guarda boas lembranças da infância, como as brincadeiras na rua, jogos de botão, pesca, peladas de futebol etc.

– No colégio, sua professora logo percebeu o talento do rapaz para escrever. Sugeriu então que fosse trabalhar em um jornal. Eugênio ficou surpreso, mas aceitou o desafio e, com 17 anos, começou a atuar no Jornal do Povo (RS), na cidade natal. Lá fazia de tudo: reportagem, fotografia, escrevia editoriais e sugeria pautas.

– Já empregado, resolveu continuar com os estudos. Cursou dois anos de Letras, mas não estava satisfeito com a escolha. Logo se mudou para Porto Alegre (RS), a fim de estudar Jornalismo. Graduou-se pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), em 1987.

– Enquanto estava na faculdade, editou dois jornais de bairro, o Tingão e o Vanguarda. Trabalhou também em uma produtora de vídeo, a T Video, em 1987. No mesmo ano, entrou no Correio do Povo (RS). Lá foi repórter especial, pauteiro, sub-chefe de reportagem, editor de Política e Economia e secretário de redação.

– Em 1993, passou a trabalhar na revista Amanhã – Economia, Gestão & Negócios (RS), como editor-executivo. Em 1995, assumiu o cargo de editor-chefe da revista e desde 1997 é diretor de redação. Em 1998, passou a ser diretor de redação da revista Aplauso (SP), função que ainda exerce.

– Foi finalista do Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo, em 1998, com o Projeto Educação (com a equipe da Amanhã); ganhou oI Prêmio Amrigs de Jornalismo Científico, promovido pela Associação Médica do Rio Grande do Sul, , em 1999, com a reportagemClones de Deus, em coautoria com Tatiana Csordas; o Prêmio Anapp de Jornalismo 2000, da Associação Nacional das Empresas Abertas de Previdência Privada, com a reportagem A conta chegou, também com Tatiana Csordas; o Prêmio Abimaq de Jornalismo 2002, da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, com o fascículo Impostos versus crescimento, em coautoria com André Bersano e Felipe Polydoro; e foi finalista do Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo, em 2003, com a reportagem Não reprovarás, desta vez com Sheyla Meyer.

– Atuou como professor de cursos de extensão em Jornalismo Econômico na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), em São Leopoldo (RS), em 2002 e 2003. Ministrou seis edições do workshop Jornalismo Econômico, para jornalistas profissionais, entre 2003 e 2005. Entre 2001 e 2005 ministrou workshops de texto, pauta e edição para profissionais dos jornais do interior do Estado.

– Eugênio Esber, diretor de Redação da Revista AMANHÃ, foi escolhido o “Jornalista de Economia do Ano” em 2017, pelo Conselho Regional de Economia do RS (Corecon-RS). A distinção tem o apoio da Associação Rio-Grandense de Imprensa (ARI) e do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do RS (Sindjors), com o objetivo de homenagear um jornalista que se destacou na sua área de atuação durante o ano. A escolha é feita por membros da ARI, do Sindjors, do Corecon-RS e de faculdades gaúchas que oferecem o curso de Comunicação Social/Jornalismo no Rio Grande do Sul.

– Em 2017, lançou o livro Um Certo Mr. Elbling, uma saga de empreendedorismo e inovação, pela Bookman Editora.

Comente este artigo..

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *